terça-feira, 14 de outubro de 2008

CORREIO BRAZILIENSE



Servidores do INSS cruzam os braços



Mariana Flores Da equipe do Correio (ECONOMIA)

Após um período morno de protestos, as paralisações e manifestações voltam a ser realizadas e ameaçam o funcionamento do serviço público federal. Os técnicos e analistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) transferidos para a Receita Federal do Brasil iniciaram ontem uma greve por tempo indeterminado. Eles pedem a efetivação dos 5.032 servidores na carreira da Super Receita, que engloba a antiga Secretaria da Receita Federal, responsável pelos tributos federais, e a Secretaria da Receita da Previdência, que cuidava dos pagamentos da contribuição patronal ao INSS. Segundo o movimento grevista, os salários dos funcionários do INSS representam, em média, 80% do que ganham os da Receita.

Caso não recebam uma proposta do governo até a próxima segunda-feira, ameaçam voltar ao INSS. “Estamos há 200 dias trabalhando para a Receita, mas vinculados ao INSS. Se não tiver uma proposta, vamos protocolar pedidos para voltarmos para o INSS”, afirma a presidente da Associação Nacional dos Servidores da Receita Previdenciária (Unaslaf), Simone Melo. Um outro prejuízo com a alteração, se refere à carga horária de trabalho. Com a mudança de órgão, a carga horária dos funcionários passou de seis horas diárias para oito horas diárias.



Protesto



Os professores universitários promovem amanhã uma manifestação contra o Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni), lançado pelo governo em abril deste ano. Eles também reivindicam aumentos salariais para a categoria. Os docentes vão espalhar espantalhos pela Esplanada dos Ministérios protestando contra o projeto do governo de elevar o número de universitários, sem aumentar a estrutura das universidades e o número de professores.

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Vagas para mais de mil



PM e Bombeiros selecionam voluntários para cargos de serviços gerais e administrativos com remuneração de um a dois salários mínimos


Do Aqui/DF (ECONOMIA)

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal utilizarão modelo semelhante ao da Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho do Distrito Federal (Sedest), na contratação de cuidador social, para preencher cerca de mil vagas (800 na PM) nas áreas de auxiliar de serviços gerais e administrativo — digitadores, arquivistas, mecânicos de automóveis. Os voluntários selecionados atuarão nos quartéis das duas forças e a remuneração varia de um a dois salários para 40 horas semanais de trabalho pelo período de um ano, prorrogável por mais um.

A seleção será feita por meio de entrevistas individuais e seleção de currículo para jovens de 18 a 23 anos. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do DF, os candidatos devem ter concluído o ensino fundamental, possuir aptidão física e mental, estar em dia com as obrigações eleitorais e não ter antecedentes criminais. A lei que autorizou o GDF a realizar a seleção dos candidatos foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal na última sexta-feira.



Outras oportunidades



A Marinha do Brasil também abriu seleção para contratar voluntários. São quatro vagas de oficiais para trabalharem em Brasília: duas para graduados em administração e duas para engenheiros civis. As inscrições vão até o dia 31 de outubro. O processo seletivo terá quatro fases: análise de currículos, entrevista, inspeção de saúde e verificação dos dados biográficos. O aprovado vai trabalhar como oficial da Marinha por nove anos. A remuneração bruta é de R$ 2,2 mil. Maiores informações na página www.com7dn.mar.mil.br

O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) lançou concurso para candidatos de ensino médio e superior. O processo seletivo oferece 47 vagas, distribuídas para 34 cargos. Os aprovados receberão salários entre R$ 1.002,74 e R$ 3.956,88. Para participar é preciso se inscrever no site www.cetroconcursos.com.br, entre as 12h de 23 de outubro e as 16h do dia 5 de novembro. As taxas de inscrição variam entre R$ 20 e R$ 80.

A PREVENÇÃO COMEÇA EM CASA!!

Pessoas, nos mais diferentes lugares, em cidades consideradas pacatas, em famílias ditas ´equilibradas´, são surpreendidas pela violência promovida pelas drogas. Adolescentes e jovens, na ilusão do prazer, com a vontade de descobrir e de sentir ´novas sensações´, são facilmente tragados por substâncias que têm a capacidade de transformá-los em verdadeiros escravos e ainda levá-los a praticar atos violentos, dentro e fora de casa.

A Palavra de Deus nos diz "Os loucos não pararão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a maldade." Salmo 5:5.Estes loucos são os que se envolvem principalmente com drogas, e não os doentes mentais que sofrem por uma debilidade humana.

A grande oferta de drogas e a difícil missão dos órgãos repressores em coibir ações criminosas de compra e venda dessas substâncias, muito contribui para a proliferação desse mal, porém isto não é motivo para afastar-se de Deus e de seus ensinamentos.

A falta de perspectiva do jovem num mundo de concorrência infernal, valores invertidos, desinformação, desigualdade social, ausência de referenciais positivos também contribuem.
A família é a maior sofredora e a maior perdedora nessa guerra. O lar é o ambiente ideal para se promover a prevenção. Acredito que a saída está na construção de relações fortes, diálogo, troca de informações, interesse no outro, criação de oportunidades para uma maior aproximação entre as pessoas, a começar em casa. É uma luta de todos nós!

Portanto meu caríssimo jovem reflita, e, corra agora mesmo para os braços do Senhor Jesus Cristo, antes que seja tarde demais e diga uma vez por todas, "Drogas na minha vida NÃO!!!! e o SANGUE DE JESUS TEM PODER!!!."

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Primeira página
PF captura tubarões do dinheiro sujo
G-8

Opinião
Visão do Correio :: Compromissos do G-8
TSE inaugura censura à internet :: Ruy Fabiano

Colunas
Brasil S/A :: Antônio Machado
Nas Entrelinhas :: Luiz Carlos Azedo
Marcos Coimbra
Brasília-DF :: Denise Rothenburg
Visto, Lido e Ouvido :: Ari Cunha

Política
Presos
Ação contra empresário
Informações privilegiadas
Presidente do STF condena “espetacularização”
Preocupação no Congresso
Campanha discreta em São Paulo
Jogo de cena contra “fichas sujas”
O ponto fraco no depoimento
Notas

Economia
Velocidade diminui
ANTT vai refazer prova
Sindicalistas desconfiados
Alimentos subirão ainda mais
Exportações batem recorde
Lula defenderá etanol na reunião do G-8
Cacciola pede ajuda até para a ONU

Brasil
Nem social, nem educativa
34 autoridades são “responsabilizadas”
Preservação descuidada
Sabão anticorrupção
Brasil é o 15º no ranking da produção científica
R$ 1 mi para a Santa Casa de Belém

Mundo
A vez dos emergentes
Para Ingrid, Farc elegeram Uribe
Correa confisca 195 empresas e causa crise

Cidades
Caminho da lei seca na Justiça
Só Sarkozy quer G-13

Dos 22 países que participam da maior cúpula do G-8 desde 1975, apenas oito fazem parte do grupo dos mais industrializados do mundo. Entre as outras 14 nações, estão Brasil, Índia, China, África do Sul e México — o chamado G-5 —, que brigam para fazer parte do seleto bloco. A idéia é apoiada apenas pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy. Ontem, o chefe de Estado norte-americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, se declararam contra a proposta. A premiê alemã, Angela Merkel, já havia se posicionado a favor da manutenção do formato atual do grupo.

“A ampliação do G-8 é algo que não acreditamos ser necessário neste momento”, declarou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Gordon Johndroe, após a inauguração da cúpula, no Japão. Segundo o governo americano, o sistema atual já permite a incorporação de outros países às sessões do G-8. De fato, o G-5 participa das reuniões anuais do grupo desde 2005 como convidado, mas sem poder de decisão.

O premiê italiano, por sua vez, disse que está “convencido” de que se deve manter a composição atual do grupo. “Penso que a maioria (dos países do bloco) quer manter esse formato do G-8, que tem a vantagem de não contemplar um número de presenças excessivas, permitindo assim falar de modo franco e direto”, destacou. Berlusconi disse ainda que Brasil, Índia, China, África do Sul e México são “muito mais que economias emergentes” e “é justo fazer reuniões regulares ampliadas com esses cinco países”.

Para Sarkozy, no entanto, “não é justo nem razoável” que apenas oito países se reúnam para discutir os problemas do mundo. Em entrevista publicada ontem pelo jornal japonês Yomiuri, o francês indicou que o G-8 teria de se expandir para demonstrar que toma decisões “com justiça”. “O G-8 precisa se adaptar ao século 21”, justificou Sarkozy. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Hokkaido às 7h50 de hoje (19h50 de ontem em Brasília). À tarde, ele participaria de um encontro do G-5.
CÚPULA DO G-8
Europeus pressionam os EUA por metas climáticas
Único representante do grupo a não ratificar o Protocolo de Kyoto, Bush exige que China e Índia também tenham limite de emissões

O papel das principais economias do mundo na contenção do aquecimento global foi um dos principais temas no primeiro dia da cúpula do G-8, grupo dos sete países mais industrializados e a Rússia, em Toyako, no Japão. A Comissão Européia pediu aos governantes de Estados Unidos, Canadá, Japão, França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Rússia que se comprometam a antecipar as metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa. O governo norte-americano, porém, será o mais pressionado até o fim do encontro, pois foi o único do bloco que não aderiu ao Protocolo de Kyoto.

“Se conseguirmos um compromisso a longo prazo para reduzir em 50% as emissões de gases até 2050, e um princípio de acordo sobre a redução a médio prazo, poderemos falar de êxito (na cúpula)”, disse o presidente da Comissão Européia, o português José Manuel Durão Barroso. O que os europeus pretendem é que os EUA se comprometam a cortar em 20% as emissões até 2020, em comparação com os índices de 1990 — meta aceita pela União Européia no início deste ano. “Vamos trabalhar para alcançar compromissos reais nesta cúpula do G-8”, reforçou Barroso.

O governo de George W. Bush também levou um puxão de orelha do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. Ele pediu aos EUA que assumam um papel de liderança na luta contra o aquecimento global. “Isso é o que toda a comunidade internacional espera dos Estados Unidos”, afirmou Ban Ki-moon. “Acho que temos tecnologia, capacidade financeira e consenso de que a mudança climática é real. O que falta, principalmente, é a vontade política.”

Bush, que participa pela última vez da cúpula antes de deixar o cargo, em janeiro, não parece muito interessado em mudar sua posição. Quando chegou ao Japão, no último domingo, ele reafirmou que estaria disposto a assumir uma postura “construtiva”, desde que a China e a Índia, economias emergentes, adotassem metas equivalentes. Os EUA são responsáveis por 20% dos gases do efeito estufa liberados na atmosfera — mesma quantidade emitida pelos outros países do G-8 juntos. No caso de Índia e China juntas, a quantidade é de 25%.

Cautela
O presidente do Conselho para a Qualidade do Meio Ambiente (CEQ) da Casa Branca, James Connaughton, declarou ontem que seu país já teria sinalizado com a chance de adotar “a meta de 50% até 2050”. Connaughton, no entanto, evitou se pronunciar sobre a possibilidade de a declaração final da cúpula avançar com relação à de 2007, que limitou-se a prometer a conclusão de um estudo sobre as decisões de corte nas emissões de gases em curso no Japão, no Canadá e nos países europeus.

Para desviar o foco da questão climática, Bush usou o primeiro dia de encontro para pedir à comunidade internacional que se una com o objetivo de punir o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, acusado de manipular a última votação presidencial, no mês passado, e reprimir a oposição política do país. Bush chamou de “farsa” a sexta reeleição de Mugabe e afirmou que está “extremamente desapontado” com a violência registrada no pleito. Em entrevista, a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, disse estar disposta a impor sanções contra o regime de Mugabe, que está no poder desde 1980, por considerar esse governo “ilegítimo”.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Primeira página
Lei seca flagra um motorista a cada cinco horas no DF
Candidatos querem anular concurso da Caixa
Sucessão municipal
Fortes em apuros
Cúpula começa hoje com críticas à União Européia
O que faz a diferença na escola

Opinião
Visão do Correio :: Ameaça da droga
Infernos fiscais :: Rubem Azevedo Lima
PACto com as favelas :: Giorgio Romano Schutte

Colunas
Brasil S/A :: Antônio Machado
Nas Entrelinhas :: Gustavo Krieger

Política
Redução de tributo empaca a reforma
Mais pressão sobre Márcio Fortes
Risco de processo no Conselho de Ética
Começa a disputa eleitoral em BH
Marta abre campanha com Aldo
PT com poucos palanques
Dinheiro para atrair eleitores

Economia
Apenas uma hora
Política orquestrada
Triplica o número de recalls
Confusão e correria no concurso da Caixa

Brasil
Governadora determina intervenção

Mundo
Próximos passos da integração

Cidades
Rigor da Suécia
Polícia Federal precisa intimar índios em aldeia

Gabarito
Ensino médio no divã
Cobrança indevida

Direito & Justiça
Ignorância republicana

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Primeira página
Esquema em família com dinheiro do PAC
Adeus solidário a Ruth Cardoso
Bolsa cheia nas eleições
TRE libera obras na providência

Opinião
Visão do Correio :: Cidadania no morro
Ruth Cardoso :: Dad Squarisi
As Forças Armadas e o crime :: Glaucio Ary Dillon Soares
Energia: motor, não âncora da economia :: Érico Sommer
Charge

Colunas
Brasil S/A :: Antônio Machado
Brasília-DF :: Denise Rothenburg
Nas Entrelinhas :: Gustavo Krieger
Visto, Lido e Ouvido :: Ari Cunha
Jogo Aberto :: José Cruz

Política
PAC em família
Aliados dentro da VarigLog
Velório com honras de chefe de Estado
Transparência Brasil contesta ranking da TI
Congestionamento de adesivos
Pensão a casal gay em análise
Polícia abre inquérito para investigar ONG
Novas metas para o setor funerário

Economia
Juro não cai tão cedo
Inflação deste mês dá um salto
Dólar vale menos de R$ 1,60
Previdência simplificada
Diminui a confiança do brasileiro na economia
Ponto extra será cobrado
Desemprego baixa para 17% em Brasília
Bolsa Família sobe até 8%
Bancários do BB se mobilizam
IBGE vai selecionar 700 pessoas
Notas

Brasil
Com as próprias mãos
Sargento gay decide pedir baixa do Exército
Pedido de vista adia votação
Censura ao Jornal da Tarde causa indignação
Fanatismo atinge crianças no Amapá
Índios são presos sem direito a defesa, diz ONG

Mundo
Entrevista - Mark Llagon
Lula se reúne com Chávez
Cooperação bilateral beneficia países pobres
Armamentos para a fronteira

Cidades
Álcool nas estradas
Campeã de bebedeira
Juiz absolve diretores da Finatec
STJ debate Lei Maria da Penha

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Correio Braziliense

OPINIÃO
Turbulência na Bolívia
João Cláudio Garcia
Uma série de problemas políticos e econômicos prometem tirar o sono da diplomacia brasileira nas próximas semanas: a crise diplomática entre Colômbia e Equador se arrasta, a Argentina não encontra solução para o impasse com os produtores agrícolas e, na Bolívia, aumenta a tensão entre o presidente e os governadores de direita. Esse último confronto é mais preocupante, pois ilustra a fragilidade das instituições democráticas e das leis num momento em que o país discute uma nova Constituição — rejeitada pelos opositores. Por diversas vezes, Morales disse ser vítima de complô patrocinado pelas oligarquias, especialmente no departamento (estado) de Santa Cruz, o mais rico da Bolívia. A suposta campanha de perseguição contaria, ainda, com o apoio dos Estados Unidos. Independentemente de quem deseje o fim do governo Morales, nações vizinhas, como o Brasil, devem pressionar pelo cumprimento da legislação em vigor e levar o tema a fóruns internacionais, como a Organização dos Estados Americanos (OEA) ou a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), antes que a situação fuja ao controle das autoridades de La Paz. Os partidos tradicionais, derrotados pelo Movimento ao Socialismo nas últimas eleições, argumentam que o novo projeto de Carta Magna é inválido, pois os constituintes opositores foram impedidos de votar o texto. Morales, por sua vez, acusa os governadores de agirem à margem da lei, promovendo o separatismo por meio dos referendos de autonomia. A verdade é que os dois lados têm motivações válidas em suas denúncias, mas erram ao rejeitar uma negociação séria para superar o conflito. Cabe ao governo do Brasil e das demais nações sul-americanas defender a integridade territorial e a estabilidade política na Bolívia. Para tanto, é necessário seguir os procedimentos adotados no caso do recente rompimento entre Equador e Colômbia, ou quando Hugo Chávez sofreu golpe de Estado, em 2002: discutir o tema na arena internacional, mostrar às partes envolvidas que as conseqüências do aprofundamento da crise vão ultrapassar fronteiras.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

CORREIO BRAZILIENSE

- A inflação só aumenta...

-Os sinais são muito claros. É cada vez mais evidente que o país está próximo de um reencontro com a inflação. A divulgação de três índices econômicos aponta que o brasileiro terá de enfrentar um período de custo de vida alto e dinheiro curto. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou um aumento de 0,79% em maio - o maior patamar dos últimos 12 anos. Os alimentos tiveram uma contribuição importante para esse percentual, mas a alta de preço ocorreu em 70% dos produtos pesquisados. O resultado do INPC também preocupa. O índice, utilizado como referência para reajustes salariais, chegou a 0,96% no mês passado e constitui outro fator de pressão, na avaliação do Banco Central. Finalmente, o IGP-M subiu 1,97% nos 10 primeiros dias de junho, confirmando a tendência de que a volta da inflação é iminente. (Págs. 1, 20 a 22)

- Em sessão comandada pelos aliados do governo, Câmara aprova recriação do imposto do cheque, agora rebatizado de Contribuição Social para a Saúde (CSS). A votação foi apertada. A nova CPMF pegou carona no projeto de lei complementar que aumenta os gastos obrigatórios no sistema público de saúde e recebeu 259 votos favoráveis, apenas dois a mais que os 257 necessários. Ao final, petistas como José Genoíno (ao centro da foto), comemoraram. Agora, a matéria segue para o Senado, onde o Palácio do Planalto não dispõe de número suficiente de aliados para aprová-la. Por isso, o governo pretende deixar a batalha decisiva contra a oposição para depois das eleições municipais. (Págs. 1, 8 e 9)

- Brasília e Paraná ganham as melhores notas no ranking da 1ª à 4ª série do ensino fundamental. Estados nordestinos surpreendem e superam as metas para 2009. (Págs. 1 e 14)

- PESQUISA - EXPOSIÇÃO À LUZ AJUDA A MELHORAR ALZHEIMER. (Págs. 1 e 32)

- Fontes do governo confirmam versão de Denise Abreu e admitem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalhou nos bastidores para fazer a Gol comprar a Varig. (Págs. 1, 2 a 6)